Uso da hialuronidase nos procedimentos estéticos da face com ácido hialurônico
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v11i1.650Palavras-chave:
Hialuronoglucosaminidase, Face, Ácido hialurônicoResumo
O objetivo desta revisão é demonstrar para o injetor as recomendações mais pertinentes do uso da hialuronidase nas complicações com o uso do ácido hialurônico. Trata-se de uma revisão bibliográfica dos textos publicados de 2005 ate 2020. Efetuou-se a busca nas bases de dados MEDLINE e LILACS. Foi observado que mesmo com bons conhecimentos anatômicos e técnica correta, ainda há algum risco diferente de zero de eventos embólicos vasculares, embora sejam raros. A maioria das complicações são leves e reversíveis, no entanto, a oclusão vascular pode resultar em consequencias graves, como necrose da pele, cegueira e infarto cerebral. Até agora, a hialuronidase é o único antídoto disponível para as injeções de ácido hialurônico. O conhecimento adequado de seu uso e o reconhecimento imediato dos sinais de complicações após a injeção do preenchedor são essenciais para a prática diária visto que não existe protocolo fechado de tratamento e sim passos que são bem estabelecidos pela maioria dos autores com relação a utilização da hialuronidase: como a interrupção imediata da injeção e aplicação da enzima de forma precoce.
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