Aparelhos propulsores mandibulares para tratamento de Classe II: revisão de literatura
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v15i2.1356Palavras-chave:
Aparelhos ortodônticos, Má oclusão Classe II de Ang, OrtodontiaResumo
Atualmente, muitas pessoas buscam tratamentos odontológicos para melhorar a estética, a função mastigatória e a qualidade de vida. A Ortodontia é uma das áreas mais populares para criar um sorriso harmonioso e melhorar a imagem pessoal. Um problema comum é a má oclusão dental, que pode causar problemas funcionais e psicológicos. Edward Hartley Angle, em 1899, classificou as más oclusões em três tipos: Classe I, onde os molares se encaixam corretamente; Classe II, onde o primeiro molar superior fica à frente do inferior, dividida em duas variações; e Classe III, onde o molar superior fica atrás do inferior. Cada tipo de má oclusão necessita de um tratamento específico, dependendo da fase de crescimento do paciente. O aparelho propulsor mandibular (APM), criado em 1995, visa corrigir a Classe II, ajudando na posição da mandíbula e melhorando o perfil facial. Esta revisão analisa estudos sobre a eficácia do APM no tratamento de retrusão mandibular. Foi feita uma pesquisa bibliográfica analisando artigos e monografias de 1899 a 2023, usando bases como Google Acadêmico, PubMed, SciELO e Dental Press. Os artigos foram escolhidos para revisar o uso do APM como opção de tratamento de Classe II em pacientes com retrusão mandibular. Foi concluído, que os dispositivos mandibulares para correção de Classe II são eficazes, melhorando as posições dentoalveolares. Aparelhos mais novos são mais fáceis de instalar e não precisam de total colaboração do paciente, aumentando as chances de sucesso no tratamento.
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