Reabsorção radicular na Ortodontia
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v15i2.1362Palavras-chave:
Ortodontia, Dente, Reabsorção da raizResumo
O presente trabalho buscou discutir a respeito de reabsorções radiculares na Ortodontia, suas formas, causas e como preveni-las. O tratamento ortodôntico, tem uma duração média de 2 a 3 anos. Sendo o tratamento prolongado um risco para inúmeros efeitos colaterais nos pacientes, entre eles a reabsorção radicular, que é o encurtamento do ápice radicular causado pela perda patológica do cemento e da dentina. O processo inflamatório gerado pela movimentação ortodôntica é necessário, mas seu prolongamento e intensidade irá definir a ocorrência de reabsorções. Sendo essa reabsorção prejudicial na relação coroa-raiz, devendo ser acompanhada periodicamente com exames radiográficos. Essa questão deve ser discutida também pelo alto índice de pacientes adultos que buscam o tratamento ortodôntico e que são mais susceptíveis a doenças periodontais que relacionadas, podem facilitar ainda mais a ocorrência de reabsorções. Os resultados encontrados fornecem as melhores evidências disponíveis para decisões clínicas e minimizar os riscos e a gravidade da reabsorção radicular, que é o efeito mais indesejado dentro da Ortodontia, é causado muitas vezes pela forma excessiva e incorreta da movimentação ortodôntica, como também causas fisiológicas do próprio paciente. Deve-se sempre acompanhar nossos casos radiograficamente e tratá-los com cautela para assim, termo sucesso em nossos tratamentos.
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